3 Filmes: Romances fofos


Eu geralmente sou uma pessoa que adora filmes clássicos, ou de ação, máfia, sangue, cabeças rolando, jugular sendo esfaqueada, armas explodindo cabeças, esse tipo de coisa bem família. Acontece que às vezes, a gente não consegue manter a postura de machona e acaba se rendendo as comédias românticas. Eu gosto de comédia romântica sim! A gente infelizmente não gosta de admitir que tem umas fraquezas, mas fazer o que né? Há momentos da vida que você só quer ficar no sofá, com um pote de sorvete na mão e assistir aquela comédia romântica clichê. Eu estou numa crise cinéfila gravíssima, em que o que eu só quero ver é Nicholas Sparks, casamentos e finais felizes, tanto que qualquer Kubrick da vida já me dá preguiça. Tentei ver Barry Lyndon, que é romance, mas tive que desistir, tamanho o meu desespero. Gente, estou brincando, de verdade. Eu adoro comédias românticas bonitinhas, por isso mesmo fiz esse post. Peço o favor para que vocês entendam o meu humor negro, não me levem a sério. Mas, é verdade que eu estou numa fase que só o que me alegra são essas comédias românticas realmente engraçadas e fofinhas. Decidi separar três filmes românticos que vi recentemente e que gostei para fazer esse post. Agora chega de lengalenga e vamos ao que interessa.

Será que?




Nosso eterno bruxinho fez uma comédia romântica recente, essa chamada Será que? (What If?), que foi lançada esse ano. Conta a história de dois amigos que se conhecem numa festa e logo se identificam. Wallace, que é interpretado pelo Daniel Radcliffe, acaba nutrindo uma paixão pela garota, mas ela namora outro cara a 5 anos. Eles tentam manter uma amizade, mas as coisas acabam saindo um pouco do controle. Ai vocês já devem imaginar o que acontece, se eu contar mais um pouco já vira spoiler. Achei o filme bem engraçadinho, um pouco clichê, mas é exatamente o que você quer ver quando quer zerar o QI, coisa que eu tenho feito a lot

Lola versus




Se você assistiu Frances Ha, outro filme muito legal, vai se lembrar da Greta Gerwig. Ela é uma atriz super divertida! Adorei esse filme, ela é muito engraçada. Essa é quase que uma comédia romântica reversa, ou seja, a Lola namorava um cara perfeito, seu primeiro namorado desde o ensino médio, tanto que ele já tinha proposto um casamento, só que o rapaz decidi cancelar tudo e eles terminam. O filme retrata a Lola tentando superar esse trauma e o final é bem legal, dá uma aula de autoestima. Não é uma comédia romântica comum, pois a Lola não se apaixona, ela teve que aprender a se amar. Recomendo bastante, principalmente porque o filme é realmente engraçado. Se você for uma garota, vai se identificar muito com ela!

Alta Fidelidade




Esse ano, li um livro chamado Alta Fidelidade (resenha aqui), e estava para ver o filme fazia já algum tempo. Finalmente tomei coragem e fui ver. Achei o livro mais legal, mas o filme também é bom. A história é de um cara de quase 40 anos, o Rob, que termina com sua namorada, a Laura. Esse término o faz repensar sobre todos os seus relacionamentos, levando a fazer uma lista de términos mais doloridos. Longe da Laura, Rob se sente desolado e entra numa crise de identidade profunda. Esse filme é para quem adora cultura pop e principalmente, música, porque o protagonista é dono de uma loja de vinis e está sempre mencionando nomes da música. Gostei bastante, mas acho que vale mais a pena ler o livro que possui muito mais significados do que o filme, que para falar a verdade, eu achei meio vazio, mas como eu disse, é legal para zerar o QI.


Whatsup? #8

Voltei de vez galera! Eu espero. Ainda estou estudando feito uma louca, mas acho que vou conseguir conciliar com o blog. Eu não tirei muitas fotos nesse tempo que estive fora, quer dizer, eu não fiz praticamente nada a não ser estudar nesse meio tempo. Mas, eu tenho umas fotos do instagram que eu consegui juntar para fazer esse post, ok, vamos lá.


Eu comecei a fazer umas colagens para distrair, porque estava ficando muito estressada de tanto estudar. E foi nisso que resultou. Eu gostei bastante, principalmente dessa primeira! Fiz um post falando sobre colagens aqui.


Bom, essa primeira foto é de um sakura do templo budista Zu Lai que eu tanto postei no Whatsup passado (veja aqui), lá é lindo! Fui em agosto, por isso as sakuras estavam todas floridas! E esse é o Sid me atrapalhando. Eu tento estudar com ele do meu lado, só que o bicho adora deitar em cima dos livros. Posso com isso?


Aquele momento egocêntrico. A primeira foto eu tirei no Butantã Food Truck Park, que para quem não conhece, é uma feira gastronômica daquelas caminhonetes de comida. Super legal! Ele fica bem perto do metrô butantã, para quem quiser conhecer.


Mais duas fotos de lá! Nelas dá para ver um pouco melhor o local. Como estava muito cheio e estávamos com pressa, eu não consegui tirar fotos melhores, mas o local é bem gostoso. Tem comida de tudo que é tipo, vegetariana, hambúrgueres, sorvetes, sucos, lanches, pastas, enfim, tem de tudo, e às vezes as caminhonetes mudam, aparecem umas novas, mas a maioria é sempre a mesma.


Para finalizar, essas são fotos do meu aniversário que foi dia 9 de dezembro. Fui no Applebees comer umas costelas e cantar parabéns. Essa sou eu cortando o bolo, ou melhor, tentando, porque eu sou um desastre na natureza, antes de meus amigos me corrigirem eu estava cortando com a parte errada da faca. Eu sei usar uma faca, é só que né? enfim, não precisava contar isso. Esses óculos que eu estou na verdade é um canudo! Sim! Fiz uns dois vídeos no instagram me divertindo com eles, vejam depois. E essa primeira foto é de um cartão de aniversário que um amigo me deu! Eu ri tanto com isso! Para quem não sabe, antes que me julguem, essas frases foram tiradas de um funk, então se você ler fora de contexto, pode acabar tendo uma má impressão de mim ou não entendendo nada. 

Enfim, a semana foi legal. Sigam-me nessa rede social de fotos tão supimpa: @lidmatos


O melhor duo de folk tristinho: Luluc


Luluc é um belo duo do que eu gosto de chamar (carinhosamente) de folk tristinho. O folk tem vários vertentes, desde os barbichas de banjo, o grupo de arrasta pé e o duo casal fofinho. Eu estou brincando, ou não, mas o caso é que eu gostei muito dessa dupla que descobri recentemente. O duo é da Austrália (inclusive há muitas bandas legais da Austrália despontando ultimamente, qualquer dia eu faço um post sobre) e eles cantam esse folk com cara de dia chuvoso com chocolate quente, sabem o que eu quero dizer né? É algo bem sentimental, que toca lá no fundo do coração. É quase como uma tristeza aconchegante. Gosto muito de descrever música desse jeito, mostrando aquilo que senti ao ouvir tal banda, acho que isso fica mais realista e converge com o objetivo da música: Transmitir sentimentos. Falar de música dizendo se o artista é bom, ou se ele consegue alcançar notas altas, ou se o guitarrista da banda faz solos impossíveis, acho tudo isso meio vazio, claro que conta pontos, óbvio, mas o que eu quero dizer, é que às vezes uma música tão simples, com apenas um violão, quatro acordes e uma voz, consegue transmitir muito mais coisa do que um puta solo de guitarra. Não to querendo desmerecer qualquer guitarrista ou músico, e sim as pessoas que impõe uma imagem de Sr. Sabe Tudo Todo Poderoso Do Saber Cultural só porque ouve coisas conceituais e que são difíceis de serem executadas. Música, muitas vezes, é para ser subjetiva, não necessariamente de caráter político/social, enfim, já desviei demais do assunto. Só desabafando.


VOLTANDO. A banda é do selo SubPop, que se vocês não conhecem, é a mesma gravadora que descobriu o Nirvana, ou seja, big deal. Eles lançaram esse ano o segundo disco da carreira que se chama Passerby, o primeiro foi lançado em 2008 e se chama Dear Hamlyn. Eu só ouvi o disco mais recente, então não vou falar do debut. O Passerby tem essa pegada bem domingo a tarde, aquele conforto, algo bem quente, se é que vocês me entendem. Gostei muito dessa música que eu postei em cima, ela é fofíssima! Ouçam pelo menos essa. 


Se gostarem, baixem o álbum, ou melhor ouçam em algum site de streaming, tipo o Spotify! Estou trocando totalmente minhas músicas do itunes (olha que eu tenho mais de 15 mil músicas, nem sei o número direito) E para eu me desapegar de todas essas música é que o negócio é sério. Decidi que se eu vou apoiar a música atual, eu tenho que pelo menos parar de fazer download ilegal e injetar algum dinheiro nessa indústria. Por isso estou pagando uma conta premium no spotify, sem falar que resolveu meus problemas de memória no computador (ele está lotava de música, estava sobrando só 2gb e só para abrir o itunes demorava uma vida) e até agora me decepcionou pouquíssimas vezes, só 5% aproximadamente das bandas que eu procurei não existiam nada lá (isso porque eu sou meio maníaca). Estou incentivando essa troca de hábito, que eu acho que vai ajudar muita gente que tem pouca memória e muita música. VOLTANDO AO ASSUNTO! Hoje o negócio ta feio, não consigo focar.


Achei esse pocket show deles no Tiny Desk do NPR, que por sinal, é um ótimo meio de conhecer novas bandas, deem uma olhada no canal do NPR no youtube. Eles me lembram muito o J Mascis e o Angus and Julia Stone, que por sinal também são da Austrália. As músicas são tão bonitos e de um sentimentalismo imensurável. Tomara que vocês gostem! Contem o que acharam.

O natal das playlists

fonte da imagem
Natal está chegando, aquela festa que fica perto do meu aniversário e que eu acabo sempre ganhando um presente só! Aquela festa que me presenteou o único feriado desse semestre! Aquela festa que serve para comer e receber presentes. Brincadeirinha (ou não, depende), o natal é legal e tudo mais, é só que para vestibulando não existe feriado ou festas, existe cursinho dia 23 e 26 de dezembro, dia 29 e 2 de janeiro, livros no meio da ceia de natal e simulados durante a queima de fogos. Ok, vou parar com isso, prometo. Eu gosto do natal. Por isso mesmo eu vim aqui fazer esse post! Meu intuito é presenteá-los, queridos leitores, com uma playlist! Isso mesmo (: estou generosa. Se você quiser receber uma playlist de presente de natal por mim, comente nesse post com três palavras. Só isso. Serão baseadas nessas três palavras que eu vou fazer a sua playlist! Pode ser qualquer coisa. Três comidas, três países, três sentimentos, três tipos de molhos de macarrão, três sabores de pizza, três bandas coreanas gospel, três desenhos animados da disney,  três celebridades que já fizeram plástica no nariz, ou sei lá, um de cada, mas só três. Estou brincando, escrevam algo que vocês queiram que essa playlist transmita. Ou escreva três posições de yoga, você quem sabe. Parece loucura, mas não custa tentar! Quero criatividade! Deixem no comentário um local para eu me comunicar quando a playlist estiver pronta (: Beijos e feliz natal adiantado!


TOP 4: Playlists de Blues no Spotify


Eu sou uma entusiasta de Blues! Desde que meu professor de guitarra me deu uma aula de bases de blues, eu comecei a amar e procurar cada vez mais sobre o estilo. De forma bem rápida, o blues começou efetivamente nos anos 50 e era considerado música de negros, por isso era pouco propagada. E sim, foi o Elvis Presley que popularizou o gênero, pelo simples fato dele ser branco (e por ser bonito e ter um rebolado bacana, coisa que não era permitida na televisão, mas who cares? O cara rebolava pra valer e metralhava corações do mesmo jeito). O Blues é um gênero bastante versátil, pode conversar com outros estilos, como o country, o pop o e rock, obviamente. É um gênero tão acessível que perpetua até hoje e ainda pode ser considerado bem moderno, tamanha sua versatilidade, não há ninguém que não goste de pelo menos uma banda que tenha alguma influência no Blues. É um estilo musical sensacional que eu acho que todo mundo deveria procurar um pouco mais, tentar conhecer as raízes, sair um pouco do óbvio que seria Chuck Berry e Elvis Presley. Há muitos outros extremamente bons, como o Muddy Watters, o mestre dos mestres, Little Richard, o Elvis negro, Etta James, a mulher que possui o maior voserão da face da terra, Jerry Lee Lewis, o loco dos pianos, B.B. King, o rei das guitarras, o John Lee Hooker, o Buddy Guy, o Howlin' Wolf e muitos outros sensacionais. Pensando nisso, eu reuni quatro playlists do Spotify só com blueseiros, espero que gostem. Esse post será bem rapinho, ai caso vocês gostem das playlists e queiram saber mais sobre esse gênero maravilhoso, falem nos comentários, porque ai eu faço um post mais elaborado. Quero sugestões!

São Paulo, eu te amo


Eu amo São Paulo. Já falei isso aqui em outros posts, várias vezes, mas eu não me canso de repetir. Apesar da correria do dia a dia, das pessoas esbarrando nas outras por causa da pressa, dos ônibus e metrôs lotados, do trânsito insuportável, do fedor natural do rio tietê e pinheiros, da poluição sonora e atmosférica, então, apesar de tudo isso, eu continuo gostando da cidade por seus outros atributos, aqueles outros... Eu estava navegando pela interwebs e achei esse vídeo de um cara de São Francisco dos EUA que mora aqui em São Paulo em que ele mostra os lugares que mais gosta da cidade. Achei bem legal porque dá para ver a visão de um estrangeiro sobre São Paulo. Uma coisa é eu, que vivi a vida inteira aqui, falar da minha cidade (o que eu geralmente falo com muita ironia, como na introdução desse post, mas eu realmente gosto daqui), outra coisa é ver pelos olhos dos outros. Ele mostra lugares bem marcantes, como o centro, a galeria do rock, a Augusta, a Av. Paulista, o bairro da Liberdade e a Vila Madalena, que são locais que mesmo quem não é de São Paulo já ouviu falar, e realmente são pontos que todo turista deveria visitar, caso você esteja procurando diversão, baladas, bares e cultura em geral. Agora, se você, turista, procura natureza, veio pro lugar errado. Bem errado por sinal. Enfim, vejam o vídeo que é bem legal, mesmo que você já conheça São Paulo, é legal ouvir a opinião dele.

E Novembro foi assim...


Eu sei, eu sei. Faz uns dois meses que eu não faço o resumo mensal. Deixei de fazer o de setembro e o de outubro, mas eu voltei para fazer o de novembro. Eu estive um pouco focada nos estudos, para passar no vestibular, mas agora eu estou mais ou menos de volta. Só em janeiro eu vou conseguir respirar e voltar certinho com o blog, mas eu prometo voltar com toda a força! Agora chega de desculpas, vamos ao que interessa.

Filmes e séries



Eu continuo assistindo Game Of Thrones loucamente. Não quero spoilers, por favor, estou na terceira temporada ainda. Não terminei a última temporada do House pelo simples fato de que EU NÃO QUERO QUE ACABE. Então estou adiando o fim hehe. Comecei a assistir a quarta temporada de American Horror Story: Freak Show e gentem, eu amo essa série! Está demais! Quem ainda não começou a assistir, eu recomendo muito! E você que diz que não assiste porque não gosta de filmes de terror, eu digo "amigo, eu também não assisto filmes de terror por medo, mas essa série não tem como perder" E sem falar que essa temporada não é tão horripilante quanto as outras, com exceção das cenas do palhaço que dão medo sim. Agora de filmes, eu assisti Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1 no cinema e gostei muito, achei bem fiel e tudo mais, não vou comentar muito porque eu acho que todo mundo já assistiu, ou ainda vai assistir no cinema. Ouvi muita gente dizendo que se decepcionou, mas acho que isso é de cada um, eu gostei muito. Quase chorei, e olha que eu não choro por nada. Assisti um filme muito bonitinho chamado Lola Versus, é uma comédia romântica nada convencional, gostei bastante. Assisti também O Teorema Zero e não sei dizer se gostei, achei a coisa tão louca que acho que nem entendi direito. É algo meio Matrix, que nos faz refletir sobre a verdade absoluta, a verdade relativa, o subconsciente, por ai. Assim, eu precisaria assistir de novo e conversar com alguém sobre para saber se eu entendi direito, ou se não era para ser entendido. Pois é, loucura total. Assisti muitos filmes nesse meio tempo que eu fiquei sem postar, por isso não consigo lembrar de muitos, mas um que eu achei sensacional foi A Ilha do Medo. Esse é outro filme que dá um nó na mente, mas se você prestar atenção não vai se surpreender com o final. Eu mesma já desconfiava do que aconteceria, mas isso não me decepcionou de forma alguma. Eu queria comentar todos que eu assisti, mas esse texto já está ficando enorme, então vou ter que abreviar. Outro muito bom foi A Pele que Habito do Almodóvar, que também é surpreendente e um tanto polêmico. O último que assisti foi Alta Fidelidade que foi baseado no livro do Nick Hornby, que eu li e gostei bastante.

Livros



Nesse meio tempo eu li poucos livros, um deles foi Vidas Secas que está na lista da Fuvest. Li também A Extraordinária Garota Chamada Estrela, fiz uma resenha aqui, e outro sensacional foi Vidas Sem Rumo, que eu também resenhei aqui. Agora estou lendo Uma Ilha de Paz do John Knowles, mas em inglês e ainda não terminei. A história é sobre a amizade de dois garotos que estudam em um colégio interno e se situa no meio da segunda guerra mundial, ou seja, vários professores e pessoas que eles conhecem foram para a guerra. No meio desse contexto de pessimismo, esses garotos criam um clube de verão e a partir dai a história se desenrola. Li muitas resenhas positivas, por isso quero terminar o livro. Assim que eu terminar, faço uma resenha, mas caso estejam curiosos para saber da história, leia mais aqui no skoob.

Música



Vocês sabem como eu sou, ouço de tudo um pouco e mais um pouco. Como eu me ausentei praticamente da vida, eu acabei ouvindo menos do que eu gostaria, mas ainda há coisas que posso ressaltar. Vou tentar ser breve para não acabar escrevendo um livro. Um lançamento muito importante e que eu acho que todo mundo já ouviu pelo menos uma música, foi o da Banda do Mar. Eu adorei o disco. Já gostava da Mallu e do Camelo, imagina os dois juntos. Outro muito legal, mas que eu acho que eu já devo ter falado aqui, foi o da Karen O, o Crush Songs. Esse disco tem uma sensibilidade de outro planeta! Também adorei. Outro que eu acho que vale destacar é o ... And Star Power do Foxygen. Eu gostei tanto desse quanto o último que eu considero um dos meus discos preferidos de todos os tempos (importância). Como eu falei, não andei ouvindo muita coisa. Queria estar mais por dentro para poder dizer quais foram os melhores lançamentos desses últimos meses. Há outros lançamentos que eu ainda não tive muito tempo para digerir direto e decidir se gostei ou não, como o do Foo Fighters, o Sonic Highways, o The Endless River do Pink Floyd, o Playland do Johnny Marr, o Everything Will Be Alright At The End do Weezer (que na verdade, eu não gostei muito não, mas ainda estou tentando dar algumas chances para esse disco porque eu gosto tanto de Weezer que eu fico mal de falar assim) e o El Pintor do Interpol (que está legal sim, mas ainda acho que poderia ser melhor, enfim).








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